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Na nossa meditação e compreensão intuitiva das coisas tal como elas são, vemos que beleza, refinamento e prazer são condições impermanentes – assim como a dor, miséria e feiúra. Se conseguirmos realmente compreender isso, poderemos desfrutar e aguentar o que quer que seja que nos aconteça. Na verdade, grande parte da lição da vida consiste em aprender a suportar aquilo que não gostamos em nós próprios e no mundo à nossa volta; seremos capazes de ser pacientes e calmos, e não fazermos um drama acerca das imperfeições da experiência sensorial. Podemo-nos adaptar, suportar e aceitar as características mutáveis do ciclo do nascimento e da morte através do “abrir mão” e do desapego a esse mesmo ciclo. Quando nos libertamos dessa identificação,experienciamos a nossa verdadeira natureza, a qual é brilhante, clara, sábia, mas que já não é algo pessoal, não é “eu” ou “meu” – não existem metas nem apegos. Apenas nos podemos apegar àquilo que não é a nossa consciência pura!

Ajahn Sumedho

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